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Last update: 01_2026

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Fernando Velázquez (Montevidéu, Uruguai, 1970; vive e trabalha em São Paulo) é artista, curador e educador. Sua prática investiga como as tecnologias contemporâneas operam como forças mediadoras que moldam a percepção, a cognição e a experiência do mundo. Desde o início dos anos 2000, seu trabalho se dedica a uma abordagem crítica dos sistemas tecnológicos, explorando seus modos de operação por meio de uma tensão constante entre fascínio e crítica, orientada por um diálogo continuado com a história da arte.

Atuando entre instalações, performances audiovisuais, trabalhos site specific, objetos, vídeos e multimídia, Velázquez concebe a obra como um campo de experiência, e não como um objeto isolado. Seus projetos constroem dispositivos poético-críticos que reorganizam percepção, tempo, atenção e escuta, frequentemente ativando o corpo do espectador como parte constitutiva da obra. A tecnologia não é tratada como tema ou ferramenta, mas como uma estrutura operativa cujas lógicas invisíveis se tornam perceptíveis por meio da experiência estética.

Sua pesquisa articula com frequência zonas híbridas entre tecnologia, ecologia e natureza, investigando como fenômenos naturais são progressivamente mediados, governados e transformados por sistemas técnicos. Esses interesses se estendem a processos algorítmicos, ambientes orientados por dados e agências não humanas, situando sua prática em debates mais amplos sobre cultura contemporânea, tecnopolítica e imaginários ecológicos.

Velázquez é doutorando em Processos Artísticos, possui mestrado em Moda, Arte e Cultura e pós-graduações em Vídeo e Tecnologias On e Off-line e em Gestão Cultural Contemporânea. Participou de exposições e festivais como Ars Electronica (Áustria), Frestas Trienal de Artes (Sesc São Paulo), The Matter of Photography in the Americas (Cantor Arts Center, Universidade de Stanford), Mundo de Redes (Centre Pompidou), Emoção Art.Ficial (Itaú Cultural) e a Bienal do Mercosul.

Recebeu prêmios como Fondos Concursables para la Cultura (Uruguai), Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia (Brasil) e Artificial Life Prize (Espanha), além de realizar residências artísticas no IRCAM Centre Pompidou, no MC93 (Paris) e no Campo Garzón (Uruguai). Colabora frequentemente com artistas das artes visuais, da dança, do teatro e da música. Ministra regularmente palestras, cursos e oficinas em contextos nacionais e internacionais, sendo co-criador e co-organizador do grupo de estudos em arte e tecnologia MOLA. Organizou curadorias em galerias e espaços institucionais e, entre 2015 e 2018, foi curador e diretor artístico do Red Bull Station, em São Paulo.


English >

Fernando Velázquez (Montevideo, Uruguay, 1970; lives and works in São Paulo) is an artist, curator, and educator. His practice investigates how contemporary technologies operate as mediating forces that shape perception, cognition, and the experience of the world. Since the early 2000s, his work has pursued a critical approach to technological systems, exploring their modes of operation through a constant tension between fascination and critique, guided by an ongoing dialogue with the history of art.

Working across installations, audiovisual performances, site specific works, objects, videos, and multimedia projects, Velázquez conceives the artwork as a field of experience rather than an isolated object. His projects construct poetic critical devices that reorganize perception, time, attention, and listening, frequently activating the spectator’s body as a constitutive part of the work. Technology is not treated as a theme or a tool, but as an operative structure whose invisible logics become perceptible through aesthetic experience.

His research often articulates hybrid zones between technology, ecology, and nature, investigating how natural phenomena are progressively mediated, governed, and transformed by technical systems. These interests extend to algorithmic processes, data driven environments, and non human agencies, situating his practice within broader debates on contemporary culture, technopolitics, and ecological imaginaries.

Velázquez is a PhD candidate in Artistic Processes and holds a Master’s degree in Fashion, Art and Culture, as well as postgraduate degrees in Video and On and Off line Technologies and in Contemporary Cultural Management. He has participated in exhibitions and festivals such as Ars Electronica (Austria), Frestas Triennial of Arts (Sesc São Paulo), The Matter of Photography in the Americas (Cantor Arts Center, Stanford University), Mundo de Redes (Centre Pompidou), Emoção Art.Ficial (Itaú Cultural), and the Mercosul Biennial.

He has received awards including Fondos Concursables para la Cultura (Uruguay), the Sergio Motta Award for Art and Technology (Brazil), and the Artificial Life Prize (Spain), and has held artistic residencies at IRCAM Centre Pompidou, MC93 (Paris), and Campo Garzón (Uruguay). He frequently collaborates with artists from the visual arts, dance, theater, and music. He regularly gives lectures, courses, and workshops in national and international contexts, and is the co creator and co organizer of the art and technology study group MOLA. He has curated exhibitions in galleries and institutional spaces and, between 2015 and 2018, served as curator and artistic director of Red Bull Station in São Paulo.


Español >

Fernando Velázquez
(Montevideo, Uruguay, 1970; vive y trabaja en São Paulo) es artista, curador y educador. Su práctica investiga cómo las tecnologías contemporáneas operan como fuerzas mediadoras que moldean la percepción, la cognición y la experiencia del mundo. Desde comienzos de los años 2000, su trabajo se orienta hacia un abordaje crítico de los sistemas tecnológicos, explorando sus modos de operación a través de una tensión constante entre fascinación y crítica, guiada por un diálogo continuo con la historia del arte.

Trabajando entre instalaciones, performances audiovisuales, obras site specific, objetos, videos y proyectos multimedia, Velázquez concibe la obra como un campo de experiencia y no como un objeto aislado. Sus proyectos construyen dispositivos poético-críticos que reorganizan la percepción, el tiempo, la atención y la escucha, activando con frecuencia el cuerpo del espectador como parte constitutiva de la obra. La tecnología no es tratada como tema ni como herramienta, sino como una estructura operativa cuyas lógicas invisibles se vuelven perceptibles a través de la experiencia estética.

Su investigación articula con frecuencia zonas híbridas entre tecnología, ecología y naturaleza, indagando cómo los fenómenos naturales son progresivamente mediados, gobernados y transformados por sistemas técnicos. Estos intereses se extienden a procesos algorítmicos, entornos orientados por datos y agencias no humanas, situando su práctica en debates más amplios sobre cultura contemporánea, tecnopolítica e imaginarios ecológicos.

Velázquez es doctorando en Procesos Artísticos y posee una maestría en Moda, Arte y Cultura, además de posgrados en Video y Tecnologías On y Off-line y en Gestión Cultural Contemporánea. Ha participado en exposiciones y festivales como Ars Electronica (Austria), Frestas Trienal de Artes (Sesc São Paulo), The Matter of Photography in the Americas (Cantor Arts Center, Universidad de Stanford), Mundo de Redes (Centre Pompidou), Emoção Art.Ficial (Itaú Cultural) y la Bienal del Mercosur.

Ha recibido premios como Fondos Concursables para la Cultura (Uruguay), el Premio Sergio Motta de Arte y Tecnología (Brasil) y el Artificial Life Prize (España), y ha realizado residencias artísticas en IRCAM Centre Pompidou, MC93 (París) y Campo Garzón (Uruguay). Colabora frecuentemente con artistas de las artes visuales, la danza, el teatro y la música. Imparte regularmente conferencias, cursos y talleres en contextos nacionales e internacionales, y es co-creador y co-organizador del grupo de estudios en arte y tecnología MOLA. Ha organizado curadurías en galerías y espacios institucionales y, entre 2015 y 2018, fue curador y director artístico de Red Bull Station en São Paulo.

FERNANDO VELÁZQUEZ  | ARTIST & CURATOR | ︎